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Chile - Comprar e vender

Contents extracted from the comprehensive atlas of international trade by Export Entreprises

Atrair a Atenção dos Consumidores

Oportunidades de Marketing

Comportamento do consumidor: De acordo com um estudo da ACNielsen sobre as alterações no mercado chileno em 2006, 42% dos chilenos dizem que orientam as suas compras de acordo com o preço do produto. 68% dos chilenos possuem pelo menos um carto de crdito.  
Perfil do consumidor: Os chilenos no estão apenas interessados em produtos básicos. Mais de 50% compraram bens electrónicos em 2005 (por exemplo, DVDs, telemóveis, equipamento de música e computadores). O crescente poder de compra chileno permite-lhes investir mais na saúde e na educação, dois elementos fundamentais para o futuro.  
Principais agências publicitárias:

Rede de Distribuição

Evolução do sector: Desde o início dos anos 90, o Chile tem defendido de forma firme o comércio livre, sendo muito favorável ao investimento estrangeiro.  
Tipos de pontos de venda: A distribuição em larga escala, a qual até há pouco tempo costumava ser exclusivamente dirigida s classes mais altas da população, tende a expandir a respectiva actividade de forma a alcançar os consumidores, no s em Santiago, mas também noutras províncias. As grandes cadeias, tais como o Carrefour ou o Walmart, têm-se estabelecido no Chile nos últimos anos. No entanto, o Carrefour foi obrigado a retirar-se do mercado, uma vez que no conseguiu lidar com a concorrência.  
Organizações nos sectores:

Procedimentos de Acesso ao Mercado

Cooperação económica: O Chile membro de várias organizações regionais e internacionais, pertencendo ONU e s respectivas organizações afiliadas, OMC, OEA (Organização dos Estados Americanos), ALADI (Associação Latino-Americana de Integração) e ao SELA (Sistema Económico Latino-Americano). Por outro lado, abandonou o Pacto Andino em 1976. Juntamente com o Peru, o Chile o nico país sul-americano membro da APEC (Cooperação Económica Ásia-Pacífico). Desde o início dos anos 90, o Chile conduziu uma política de acordos comerciais regionais. Por conseguinte, as empresas estrangeiras que se instalam no Chile para a desenvolverem actividades de produção industrial podem beneficiar de um acesso privilegiado aos mercados da região.  

No âmbito do quadro da Associação Latino-Americana de Integração (ALADI), foram assinados acordos de "complementaridade económica" com a Bolívia (1993), o Peru (1998), a Colômbia (1993), o Equador (1994) e a Venezuela (1993). Ainda no âmbito do quadro da ALADI, o Chile assinou um acordo de associação com o MERCOSUL, em vigor desde 1 de Outubro de 1996, visando estabelecer gradualmente uma zona de comércio livre a partir de 2006. No entanto, devido situação económica de alguns países vizinhos (nomeadamente, da Argentina), ao desejo do Chile de manter o nível da respectiva Pauta Aduaneira externa (bastante inferior ao da Pauta Aduaneira do Mercosul) e, especialmente, para manter a autonomia da respectiva política de comércio externo, este projecto foi adiado. Em 1999, foi assinado um acordo de comércio livre com os países da América Central (El Salvador, Honduras, Costa Rica e Guatemala). O tratado de comércio livre entre o Chile e a EFTA (Islândia, Noruega, Sua e Liechtenstein), por seu lado, entrou em vigor a 1 de Dezembro de 2004. Os acordos de comércio livre com o Canadá e o México entraram em vigor, respectivamente, em 1997 e 1998. Estes foram então seguidos por um acordo com os Estados Unidos, o qual entrou em vigor em 2004. Este acordo posterior estimulou o comércio de forma significativa, sem ter qualquer influência notória na entrada de IDE. O acordo de associação UE/Chile, denominado de "quarta geração" devido ao seu amplo campo de aplicação (capítulos político, económico, comercial e de cooperação), o acordo mais ambicioso assinado até data, incluindo compromissos para liberalizar os serviços, especialmente os serviços financeiros, e medidas relativas ao investimento (pré-estabelecimento). Desde 1 de Maio de 2004, encontra-se em vigor o tratado de comércio livre com a Coreia do Sul. Por outro lado, o tratado de comércio livre entre a China e o Chile entrou em vigor a 1 de Outubro de 2006. Em Setembro de 2007, entrou em vigor um tratado de comércio livre com o Japão (o terceiro principal parceiro comercial do Chile; o último tratado de comércio livre), entrando posteriormente em vigor, em Março de 2009, um tratado de comércio livre entre o Chile e a Austrália. O país assinou um acordo comercial com 21 outros países na Reunião de São Paulo do Sistema Global de Preferências Comerciais (SGPC) entre países em vias de desenvolvimento.

Barreiras não relacionadas com as pautas aduaneiras: A Administração Alfandegária Chilena reservou-se o direito de aplicar preços mínimos para aumentar o valor das importações (tal pode verificar-se especialmente em relação a determinados produtos agrícolas, tais como o trigo, os óleos alimentares e o açúcar). No entanto, alguns produtos são mais controlados do que outros, especialmente no que diz respeito aos fármacos ou aos produtos agrícolas. Na verdade, estes produtos encontram-se sujeitos a uma autorização do Ministerio da Agricultura. Algumas normas muito rígidas impedem totalmente a importação de carne de vaca. A importação de veículos em segunda mo igualmente proibida ( excepção das ambulâncias, dos veículos blindados e das autocaravanas).  
Direitos aduaneiros médios (excluindo produtos agrícolas): 6%
Classificação alfandegária : O Chile aplica o Sistema Aduaneiro Harmonizado. Os direitos aduaneiros são calculados ad valorem sobre o valor CIF. Desde 1 de Janeiro de 2003, a taxa geral de direitos aduaneiros tem sido de 6% em relação maioria dos produtos, sendo uma das mais baixas da América Latina.   
Procedimentos de importação: O Chile um mercado muito aberto. Todos os particulares e todas as entidades legais estão autorizados a efectuar transacções de importação.
  No entanto, apesar do regime de importações liberal, são necessárias licenças para as mercadorias cujo valor seja superior a 3.500 USD. Em princípio, as licenças são atribuídas automaticamente pelo Banco Central do Chile. O importador tem de apresentar um "Informe de Importacin", um documento que tem de passar pelo Banco Comercial. Estas licenças são utilizadas acima de tudo para fins estatísticos.  
Website das Alfândegas: Alfandega Chilena

Organização do Transporte de Bens

Organização do transporte de bens da origem para o destino e vice-versa: Uma vez que no existe qualquer rede ferroviária fiável, o transporte interno de mercadorias efectuado sobretudo por via rodoviária. O transporte ferroviário de mercadorias no está muito desenvolvido, semelhança do transporte de mercadorias por via aérea.  
Empresas de transporte marítimo:
Empresas de transporte aéreo:
Empresas de transporte ferroviário:

Listas Comerciais Nacionais

Directórios de empresas:
Agências de comércio e respectivas representações no estrangeiro:
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