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Chile - Panorama

Contents extracted from the comprehensive atlas of international trade by Export Entreprises

Introdução

Capital:: Santiago
Área:: 757 km2
População total:: 16.746
Taxa de crescimento anual:: 0.98%
Densidade:: 22.16/km2
População urbana:: 88%
População de Santiago (5.400), Valparaso (800), Concepcin (670), La Serena (300), Antofagasta (285)
Língua oficial: Espanhol.
Outras línguas faladas: Dialectos índios
Língua de negócios: Espanhol e inglês
Origens étnicas:: 90% de descendentes de europeus e 5% de ameríndios, dos quais 87% pertencem ao grupo étnico mapuche.
Crenças: Católicos: 88,8%; Protestantes: 11%; Judeus: 0,2%.
Indicativos telefónicos:
Para fazer um telefonema de: 00
Para fazer um telefonema para: +56
Sufixo da Internet:: .cl
Tipo de governo::
República baseada numa democracia parlamentar em que o presidente desfruta de poderes consideráveis.
Tipo de economia::
Economia de médio-alto rendimento, Mercado Financeiro Emergente
O Chile uma das nações mais estáveis e prósperas da América do Sul. o principal exportador de cobre e salmo do mundo. O Chile possui determinadas vantagens em comparação com os outros países da América do Sul, especialmente em termos de infra-estruturas, da sua mo-de-obra qualificada e da flexibilidade do mercado laboral. De acordo com o índice de "Ease of Doing Business" (Facilidade para Fazer Negócios) mais recente (Banco Mundial), o Chile encontra-se na segunda posição na América Latina e nas Caraíbas, a seguir a Porto Rico, em relação a uma legislação favorável actividade empresarial. De acordo com o índice de competitividade a nível mundial proposto pelo Fórum Económico Mundial, o Chile encontra-se em 26. lugar. Este índice calculado com base em trs indicadores principais (dados económicos fundamentais, inovação e eficiência).

Panorama Económico

Em 2008, o crescimento do PIB aumentou para 3,2%. O Chile possui a economia com o melhor desempenho da América Latina, sendo considerado pelos investidores estrangeiros como um modelo exemplar de estabilidade económica. Após cerca de 30 anos, o Chile fez o seu melhor para estabelecer políticas económicas positivas. O país o maior produtor e exportador mundial de cobre. A sua economia depende fortemente da subida e da queda do preço do cobre no mercado internacional. O objectivo do banco central independente do Chile manter o nível da inflação em cerca de 4%.  

A crise financeira global prejudicou sobretudo as condições comerciais no Chile, devido ao colapso do preço do cobre, tendo surgido circunstâncias financeiras mais difíceis. O crescimento repentino do investimento, fomentado pelas indústrias mineira e da energia, terminou abruptamente e a perda de confiança dos consumidores e das empresas provocou uma diminuição do consumo privado. Após vários anos com  uma balança comercial excedentária, o saldo actual apresentou um valor negativo de -6,5 mil milhões em 2009. Relativamente ao desemprego, a respectiva taxa alcançou os 7,8%.

Principais Indústrias

A economia do Chile controlada pelos sectores da indústria e dos serviços. Estes dois sectores contribuem para praticamente 95% do PIB. Os principais sectores de actividade do Chile consistem na extracção mineira (cobre, carvão e nitrato), nos produtos manufacturados (processamento de produtos alimentares agrícolas, químicos e madeira), na agricultura (vinhas e fruta) e na pesca.  

O sector agrícola contribui para cerca de 5% do PIB, o sector industrial para 50% e os serviços para 45%. Cerca de 13% da população trabalham no sector agrícola, 23% nas indústrias e 64% nos serviços.

Os dois principais problemas económicos do Chile são a sua tradicional dependência do preço do cobre (a produção de cobre representa 50% das exportações do país, pelo que o colapso do preço deste durante a crise financeira teve um forte impacto na economia do Chile) e o desenvolvimento de uma produção alimentar auto-suficiente.

Panorama Geral do Comércio Externo

A economia do Chile altamente dependente do comércio internacional. O peso do comércio externo no PIB do país superior a 65%. O Chile está fortemente empenhado no comércio livre e assinou acordos de comércio livre (ACLs) com várias economias importantes, tais como a União Europeia, os EUA, a China e a Coreia do Sul. Os três principais destinos de exportação do Chile são a China, os EUA e o Japão. As exportações representaram mais de 66 mil milhões de dólares americanos em 2008. As principais exportações do país consistiram em cobre, fruta e produtos piscícolas.  

Os principais parceiros do Chile ao nível das importações são os Estados Unidos, a China, o Brasil e a Argentina. As importações do país representam mais de 57 mil milhões de dólares americanos e dizem sobretudo respeito a combustíveis minerais e petróleo, maquinaria, veículos e equipamento eléctrico e electrónico.

IDE

O investimento directo estrangeiro no Chile ascendeu a 10,5 mil milhões de dólares americanos em 2008, fazendo o Chile obter a segunda posição a seguir ao Brasil na América do Sul em termos de atractividade para o IDE. A origem deste crescimento contínuo do IDE pode ser atribuída ao estabelecimento da actual política económica chilena, baseada na transparência e na no discriminação dos investidores estrangeiros. Além disso, estes são também atraídos pela riqueza dos recursos naturais do país, pela sua estabilidade macroeconómica e pelas suas perspectivas de crescimento, bem como pelo baixo nível de risco do país e pelas suas infra-estruturas de alto nível.
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