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Argentina - Panorama

Contents extracted from the comprehensive atlas of international trade by Export Entreprises

Introdução

Capital:: Buenos Aires
Área:: 2.780 km2
População total:: 41.343
Taxa de crescimento anual:: 0.94%
Densidade:: 14.43/km2
População urbana:: 92%
População de Buenos Aires (12.000), Córdoba (1.400), Rosário (1.200), Mendonça (850), San Miguel de Tucumn (740)
Língua oficial: O espanhol a língua nacional da Argentina.
 Os documentos contratuais por lei têm de estar em espanhol.
Outras línguas faladas: importante notar que uma parte da população compreende e/ou fala inglês e italiano. Todos os outros Argentinos apenas falam espanhol, excepto a população imigrante. Existe também grupos minoritários que falam cerca de 20 línguas nativas.
Língua de negócios: De acordo com o tipo de empresa contactada, a sua localização geográfica e o sector de actividade, pode ser difícil encontrar algum que fale ingls.
Origens étnicas:: 85% europeus, 13% de várias origens étnicas e 2% ameríndios.
Crenças: Católicos 89,9%; Protestantes 2,1%; Judeus 1,9%; Outros 6,1%.
Indicativos telefónicos:
Para fazer um telefonema de: 00
Para fazer um telefonema para: +54
Sufixo da Internet:: .com.ar
Tipo de governo::
O nome oficial da Argentina República da Argentina. uma república federal baseada na democracia parlamentar.
Tipo de economia::
Economia de médio-alto rendimento, Mercado Financeiro Emergente
A Argentina enfrentou uma longa e dispendiosa reconstrução após a crise económica de 1998-2002. O país possui muita riqueza natural e uma agricultura orientada para a exportação.

Panorama Económico

Com a queda após a recesso de 1998, a Argentina encontrou-se na falência em 2001. A economia argentina começou a recuperação a partir de 2003. Entre 2004 e 2007, a taxa de crescimento do PIB era elevada, porém, o país foi afectado pela crise financeira de 2008. As perspectivas de crescimento para o futuro parecem ser mais baixas. Espera-se o decréscimo do consumo dos agregados familiares, que dinamizou o crescimento da economia. O Governo de Cristina Kirchner vai continuar a distanciar-se das políticas de liberalização do mercado aplicadas durante os anos 90 e prefere ter o Estado a desempenhar um papel mais interventivo na economia. No que concerne a inflação, esta deve manter-se controlada apesar da tendência de subida. 

As consequências sociais da crise económica de 2001 ainda se mantém presentes e a economia argentina está estruturalmente frágil; o sistema financeiro frágil, a situação social sensível (o desemprego e a má nutrição continuam, 25% da população vive abaixo do limiar da pobreza) e o país está a enfrentar uma crise energética. No entanto, a Argentina possui todos os activos necessários para enfrentar as dificuldades. A agricultura a prosperar, que está direccionada para as exportações, atrai os investimentos estrangeiros, os seus recursos naturais (cobre, gás e petróleo) são significativos e a sua mo-de-obra qualificada e competitiva.

Principais Indústrias

A economia argentina baseia-se tradicionalmente na produção de produtos agrícolas (o sector representa cerca de 10% do PIB) e na pecuária. Antes da Segunda Guerra Mundial, a Argentina encontrava-se entre os principais produtores mundiais nestas duas áreas.  Hoje em dia, a Argentina continua a ser uma das regiões do mundo líder na produção de gado e de cereais. A Argentina possui também as maiores reservas mundiais de produção de tanino e de óleo de linhaça.  

Tendo tido o seu começo no início do século vinte, a industrialização da Argentina foi apoiada pelo Presidente Peron a partir de 1946. O sector industrial expandiu grandemente nos últimos anos. Contribui para mais de um terço do PIB. A embalagem de alimentos (em particular a embalagem de carne, farinha e enlatados) e a moagem de farinha são as principais indústrias do país.

 O sector dos serviços seguiu a mesma tendência do sector industrial. Hoje em dia, contribui para mais de metade do PIB. A Argentina especializou-se na área dos serviços de alta tecnologia e oferece uma vantagem económica designadamente no desenvolvimento de software, nos centros de atendimento telefónico e na energia nuclear.

Panorama Geral do Comércio Externo

A Argentina muito aberta ao intercâmbio internacional. Exporta mais do que importa. Os seus principais parceiros comerciais são os países do Mercosul (Brasil, Paraguai e Uruguai), a China e os Estados Unidos. A desvalorização do peso dinamizou as exportações da Argentina (especialmente dos produtos agrícolas). No entanto, a taxa mais alta do peso argentino em comparação com o dólar americano arrisca-se a danificar a competitividade das exportações argentinas, o que poder causar a deterioração da balança comercial.

IDE

A Argentina está classificada em 4 lugar entre os países sul-americanos que atraem o maior fluxo de IDE (depois da Colúmbia, Brasil e Chile). Os três maiores investidores na Argentina são os Estados Unidos, a Espanha e a França.  O mau posicionamento da Argentina nesta classificação deve-se a uma imagem desastrosa transmitida pelo país durante a crise económica que afectou a sua economia entre o final dos anos 90 e o início do ano 2000.
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