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Spain - Panorama

Contents extracted from the comprehensive atlas of international trade by Export Entreprises

Introdução

Capital:: Madrid
Área:: 505 km2
População total:: 40.549
Taxa de crescimento anual:: 1.71%
Densidade:: 89.90/km2
População urbana:: 77%
População de Madrid (3.130), Barcelona (1.600), Valência (800), Sevilha (700), Zaragoza (650)  
Língua oficial: Castelhano (espanhol)
Outras línguas faladas: Algumas regiões usam o seu dialecto regional nas suas actividades comerciais (euskera, catalão, galego, valenciano). Podem ser falados outros dialectos regionais menores: bable, aragonês, arans, extremenho.  
Língua de negócios: Espanhol.
  O uso do inglês raro, mas está a aumentar.
Origens étnicas:: Espanhóis: 90%. Estrangeiros: 10%, dos quais 13% são Marroquinos, 11,7% Romenos, 9,5% Equatorianos, 7% Ingleses e 5,8% Colombianos.  
Crenças: Católicos 77% (50% praticantes); Muçulmanos, Protestantes, etc.: 3%; no crentes: 19%.  
Indicativos telefónicos:
Para fazer um telefonema de: 00
Para fazer um telefonema para: +34
Sufixo da Internet:: .es
Tipo de governo::
Reinado. Monarquia constitucional baseada na democracia parlamentar.
  O poder altamente descentralizado; as comunidades autónomas têm um alto nível de autonomia legislativa, executiva e fiscal (o país Basco e Navarra têm o seu próprio sistema tributário).
Tipo de economia::
Pas de alto rendimento; Membro da OCDE
  Uma economia baseada principalmente na agricultura, sector imobiliário e turismo.  

Panorama Económico

  A Espanha registou um grande avanço económico nas últimas duas décadas, tendo-se posicionado entre as 20 principais economias do mundo. Registou taxas anuais de crescimento do PIB superiores a 4%, entre 1997 e 2000, e, da em diante, uma taxa de crescimento sempre superior média na zona Euro, devido ao consumo e explosão do sector "imobiliário". No obstante, os factores de crescimento, os quais estavam na base do crescimento económico, têm enfraquecido devido crise financeira, a qual afectou o sector imobiliário e debilitou o sistema bancário. A taxa de desemprego passou de 20% na década de 1990 para 8,3% em 2007. Contudo, o número de pessoas desempregadas alcançou o limite simbólico de 3 milhões e continuou a registar um aumento em 2009.  

O orçamento de Espanha, o qual geralmente excedentário, apresentou um défice devido crise internacional. Em 2008, a crise (caracterizada pelo crédito imobiliário "de alto risco", a valorização do euro em relação ao dólar dos Estados Unidos e o aumento dos preços do petróleo e de certos produtos alimentares) afectou Espanha de uma forma considerável, causando a desaceleração do sector da construo e, em determinada medida, do consumo. O crescimento do PIB diminuiu em 2008 e prevê-se que permaneça negativo até 2011. A inflação seguiu também o mesmo caminho, mas a tendência deve manter-se controlada nos próximos anos.

Muitas empresas estão com dificuldades ou a fechar (+43% em relação ao primeiro trimestre de 2007), especialmente nos sectores imobiliário, da construo e das obras públicas. As dívidas a pagar das empresas, bem como dos agregados familiares, aumentarem em 12% em números mas 61% em valor.

Desde 2009 que Espanha está a optar por um modelo económico diferente, tentando ser mais competitiva, agregar mais valor aos serviços e libertar-se dos seus históricos factor de crescimento e expansão imobiliária. Com um crescimento trimestral líquido de 22,4%, o Santander o primeiro banco espanhol que parece reflectir a vontade do país de resistir ao declínio económico. Por fim, embora a Comissão Europeia tenha avaliado as previsões de crescimento em Espanha para 2009 com uma tendência em baixa, o país continua a manter números superiores aos previstos em toda a zona Euro.

Principais Indústrias

  A agricultura contribui com cerca de 3% do PIB espanhol. O país produz trigo, açúcar de beterraba, cevada, tomate, azeitonas, citrinos, uvas e cortiça. o maior produtor do mundo de azeite e o terceiro maior produtor do mundo de vinho. o maior produtor do mundo de limes, laranjas e morangos. A Espanha tem recursos minerais limitados.  

A indústria transformadora dominada pelos têxteis, processamento industrial de alimentos, ferro e ao, máquinas navais e engenharia. Os novos sectores, como a relocalização da produção de componentes electrónicos, as tecnologias de informação e as telecomunicações, apresentam um elevado potencial de crescimento.

O turismo constitui a maior fonte de receitas de Espanha, tendo o país conquistado a posição de segundo principal destino turístico do mundo e, consequentemente, resultado no aumento da exportação de mercadorias e serviços. O sector terciário contribui com dois terços do PIB.

Panorama Geral do Comércio Externo

  O défice comercial espanhol, que atingiu o seu registo mais alto em 2007, aumentou em 2008 e 2009.
  A factura da energia alcançou os EUR 41,8 milhões, valor que representa quase 15% do total de importações. Todavia, este encargo diminuiu devido queda dos preços futuros do Brent e ao aumento da produção de energia renovável. Outros factores são responsáveis pelo declínio do comércio externo: para além dos produtos alimentares (como, por exemplo, frutas e legumes), cujo saldo continua excedentário, há um saldo negativo para outros produtos, o que mostra que Espanha está a perder a sua competitividade.
  Os seus principais parceiros comerciais são os países da União Europeia.  

IDE

  Em 20 anos, Espanha tornou-se a nona potência económica global graças sua mo-de-obra barata, ao espectacular desenvolvimento do turismo e, a partir de 2000, explosão do sector imobiliário. A sua atraco tem vindo a deteriorar-se desde 2004 devido ao aumento dos salários, falta de produtividade e baixa competitividade atribuída elevada taxa de inflação, atraso na investigação e desenvolvimento e sua burocracia, causada pela existência de 17 Comunidades Autónomas para além das disposições regulamentares do Estado e comunitárias.  

No obstante o facto de que os indicadores registam o ponto mais baixo de toda a Zona Europeia, parece que Espanha conseguir sair desta fase lenta claramente melhor do que os seus vizinhos. A evoluo dos investimentos estrangeiros no país ilustra perfeitamente esta transformação. Espanha está a implementar uma mudança radical na sua perspectiva do IDE. Embora o seu crescimento nas décadas de 1970 a 1990 se tenha baseado em custos baixos, a resposta a esta crise baseia-se no valor acrescentado, assim como em formação em I&D e serviços de alta tecnologia. O resultado esperado posicionar o país no centro dos interesses económicos do século XXI. Para tal, Espanha voltou-se radicalmente para as fontes renováveis de energia (energia eólica e fotovoltaica). Como prova disso, em 2013 Sevilha contar com a maior produção de painéis de energia fotovoltaica do planeta.

Para além disso, Espanha aspira a tornar-se um interveniente relevante a nível mundial na área da investigação. Com o fim de realizar as suas ambições, Espanha acaba de desenvolver o projecto "Vale de Málaga", cujos financiadores esperam que seja o maior centro de investigação e inovação da Europa voltado para as tecnologias de informação e comunicação.

Outros sectores em que Espanha espera encontrar a sua solução para a crise são a desgalvanização da água do mar e a aeronáutica.

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