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Netherlands - Panorama

Contents extracted from the comprehensive atlas of international trade by Export Entreprises

Introdução

Capital:: Amesterdo
Área:: 42 km2
População total:: 16.783
Taxa de crescimento anual:: 0.21%
Densidade:: 483.50/km2
População urbana:: 81%
População de Amesterdo (1.000), Roterdo (990), s-Gravenhage (620), Utrecht (420), Eindhoven (320)
Língua oficial: Idiomas oficiais: neerlands e friso.
Outras línguas faladas: Idiomas comerciais: Inglês, alemão e espanhol. Na Holanda, o idioma oficial o neerlandês. No entanto, importante referir a crescente utilização do inglês, do alemão e do espanhol nos negócios.
Língua de negócios: A maioria da população fala o inglês, que o idioma mais utilizado no comércio.  
Origens étnicas:: Holandeses 81%, ocidentais 8%, no-ocidentais 9% (turcos 2,2%, marroquinos 2%, surinameses 2%, antilhos & arubenses 0,8%), outros no-ocidentais 2%.
Crenças: Igreja católica romana 31%, igreja reformada dos países baixos 13%, igreja Calvinista 7%, Islamismo 5,5%, outras 2,5%, nenhuma 41% (em 2002).  
Indicativos telefónicos:
Para fazer um telefonema de: 00
Para fazer um telefonema para: +31
Sufixo da Internet:: .nl
Tipo de governo::
Monarquia constitucional baseada em democracia parlamentar.
Tipo de economia::
Economia de elevado rendimento, membro da OCDE
  Uma economia altamente dependente do comércio externo; terceira maior exportadora mundial de produtos agrícolas e de jardinagem.  

Panorama Económico

  Há anos que a Holanda tem uma economia avançada, combinando elevados rendimentos per capita com uma razoável distribuição de riqueza. No entanto, o país foi fortemente afectado pela crise internacional. A Holanda está em recesso desde o segundo trimestre de 2008. O crescimento do PIB foi negativo em 2009 e prevê-se que s a partir de 2011 volte a ser positivo. Altamente dependente do comércio externo, a economia holandesa sofre principalmente da queda da procura global.
  Depois de apresentar uma taxa acima de 2% em 2008, a inflação caiu em 2009 e prevê-se uma estagnação até 2013. A taxa de desemprego continua a subir, mas mantém-se inferior a 5% da população activa.  As finanças públicas estão no vermelho, acima do limite estabelecido no Pacto Europeu de Crescimento e Estabilidade. O défice público de 3% do PIB em 2009 e dever atingir os 4% no início de 2010, e prevê-se que a dívida pública siga a mesma tendência.  

Principais Indústrias

  O sector agrícola representa 3% do PNB do país. As colheitas são generosas e a utilização do terreno agrícola muito intensiva. Cerca de 60% da produção exportada quer directamente, quer através da indústria alimentar. As principais colheitas são de cereais, batatas e produtos hortícolas.
  A actividade industrial gera cerca de um quarto do PNB através do processamento de alimentos, da indústria petroquímica, metalurgia e indústria de equipamento de transporte. A Holanda também um dos principais produtores e distribuidores de petróleo e gs natural.
  Os serviços representam mais de 70% da receita nacional e são principalmente constituídos por transportes, distribuição, logística, banca e seguros.  

Panorama Geral do Comércio Externo

  A essência da prosperidade holandesa o comércio internacional. O seu nível de abertura (importação e exportação de bens e serviços no PIB) normalmente superior a 100%, o que torna a sua economia uma das mais abertas e viradas para o exterior. Graças sua localização geográfica, a Holanda possui o maior porto europeu em Roterdão. A escassez de recursos naturais e matérias-primas fez dela uma economia de processamento, com um sector de produção dependente de materiais importados. O comércio externo sofreu uma queda significativa desde o início da crise (-16% nas exportações e -13% nas importações) mas, com a alta tecnologia e indústrias de serviços, continua a ser um dos principais pilares da economia.
  Os principais parceiros comerciais do país são os Estados Unidos, a União Europeia e a China.  

IDE

  As características da política da Holanda nesta área são uma forte tendência internacional e uma política liberal relativamente ao investimento estrangeiro. Muitas empresas holandesas são multinacionais por natureza, muitas delas listadas em bolsas estrangeiras. No existem restrições reguladoras para o investimento estrangeiro directo.
  A Holanda apresentou um aumento no seu IED (Investimentos Estrangeiros Directos) até 2007. No entanto, o fluxo do IED diminuiu a partir de 2008, como consequência da crise financeira internacional. Calcula-se que o fluxo do IED continue a diminuir até 2010.
  O relatório de investimento mundial do Comit das Nações Unidas para o Desenvolvimento e Comércio (UNCTAD) coloca a Holanda numa posicao de favorita, entre países com grande potencial e desempenho no IED.  
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