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South Korea - Panorama

Contents extracted from the comprehensive atlas of international trade by Export Entreprises

Introdução

Capital:: Seul
Área:: 99 km2
População total:: 48.636
Taxa de crescimento anual:: 0.33%
Densidade:: 490.79/km2
População urbana:: 81%
População de Seul (23.900), Pusan (3.700), Taegu (2.625), Kwangju (1.510), Taejon (1.500)
Língua oficial: Coreano
Outras línguas faladas: Nenhuma
Língua de negócios: Inglês. No entanto, muitas vezes, os empresários possuem uma compreensão escrita do ingls bastante superior respectiva capacidade de expresso oral nesta língua.
Origens étnicas:: Coreanos: 99%; outras etnias, incluindo chineses, japoneses, vietnamitas, tailandeses, filipinos, etc.: 1 %
Crenças: População com religião: 53,1%
 Budistas: 43,0%; Cristãos: 34,5%; Católicos: 20,6%; Outros: 1,9%.
Indicativos telefónicos:
Para fazer um telefonema de: 001, 002, 008, 00365, 00700
Para fazer um telefonema para: +82
Sufixo da Internet:: .kr
Tipo de governo::
República; democracia parlamentar com um governo presidencial.
Tipo de economia::
Economia de alto rendimento, membro da OCDE, Mercado Financeiro Emergente
Um modelo de economia virada para as exportações.

Panorama Económico

A Coreia do Sul a 11. potência económica do mundo.
 A Coreia do Sul mostrou um crescimento espectacular durante os últimos trinta anos e o seu rendimento per capita subiu de 100 dólares americanos em 1963 para cerca de 20.000 dólares americanos actualmente. A Coreia do Sul encontra-se entre as 20 maiores economias do mundo em termos de dimensão. No entanto, o potencial de crescimento económico do país caiu devido a problemas estruturais, a um mercado financeiro subdesenvolvido, a uma dívida crescente das famílias, a uma população em envelhecimento e, especialmente, crise financeira actual. A falta de transparência generalizada dos regulamentos também uma grande preocupação para os investidores estrangeiros.  

Após uma forte redução no final de 2008, a produção aliou-se novamente ao crescimento no primeiro trimestre de 2009. No entanto, o nível de desemprego subiu de forma perceptível (de 3,2% em 2008 para 3,8% em 2009). Por outro lado, a inflação abrandou e o saldo positivo da conta corrente aumentou de forma nítida. Paralelamente ao reforço do comércio global na segunda metade de 2009, o crescimento da produção deve continuar a recuperar e alcançar um nível de 4% no final de 2010 (fonte: OCDE). Para reforçar a sua actividade, o país deve conseguir abrandar o crescimento da despesa pública para equilibrar o orçamento, efectuando simultaneamente reformas fiscais com o objectivo de estabelecer um regime potenciado do crescimento. Paralelamente a manterem as reformas estruturais com o objectivo de facilitar o crescimento a médio prazo, as autoridades devem também garantir que o impacto negativo das reorganizações das empresas no sector financeiro permanece limitado.

Para lidar com a crise, o Governo sul-coreano anunciou um plano de refinanciamento de 13,2 mil milhões de dólares americanos para o sector bancário. Além disso, espera-se que o FMI conceda um empréstimo a curto prazo de 22 mil milhões de dólares americanos. Estas medidas, juntamente com a queda da taxa de referência do Banco Central da Coreia para os 2%, coloca os bancos do país numa situação mais confortável. Encontrando-se muito envolvidos no capital e no financiamento das empresas coreanas, os bancos, mais do que em qualquer outro local, sentem as consequências do abrandamento da economia.

Principais Indústrias

O sector primário da Coreia do Sul fraco, contribuindo apenas de forma negligenciável para o PIB do país. O arroz o principal produto agrícola. No entanto, a cevada, o trigo, o milho, os rebentos de soja e o sorgo são também extensamente cultivados. Da mesma forma, a criação de gado efectuada em grande escala. Os recursos minerais da Coreia do Sul estão limitados ao ouro e prata.
 Os principais sectores de actividade do país consistem nos têxteis, na indústria do ao, no fabrico de automóveis, na construo naval e na electrónica. A Coreia do Sul o maior produtor de semicondutores do mundo. O sector fabril representa 35% do PIB, e o sector terciário responsável por mais de 60% do mesmo.

Panorama Geral do Comércio Externo

A Coreia do Sul a 11. maior não do mundo em termos de comércio. Em 2007, o volume de negócios da sua actividade comercial ultrapassou a marca dos 700 mil milhões de dólares americanos. A balança comercial do país altamente excedentária, devendo manter-se assim nos próximos anos. Apesar dos efeitos da crise financeira, a qual reduziu significativamente este excedente, a fraqueza do won, a moeda coreana, promove as exportações.
 Em resposta crise, o Governo sul-coreano focou-se nos acordos de comércio livre. O país assinou um acordo de comércio livre com os Estados Unidos em 2007 e com a União Europeia em 2009.

IDE

A atractividade da Coreia do Sul em termos de Investimento Directo Estrangeiro (IDE) o resultado do rápido desenvolvimento económico do país e da especialização da respectiva indústria em novas tecnologias de informação e comunicação. No entanto, devido crise financeira internacional, a entrada de IDE diminuiu em 2009, descendo abaixo do limiar dos 10 mil milhões de dólares americanos. Além disso, os bancos sul-coreanos foram forçados a efectuar provisões significativas contra o crédito malparado, um facto que afugenta os investidores estrangeiros.
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