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Hungary - Panorama

Contents extracted from the comprehensive atlas of international trade by Export Entreprises

Introdução

Capital:: Budapeste
Área:: 93 km2
População total:: 9.880
Taxa de crescimento anual:: -0.16%
Densidade:: 112.21/km2
População urbana:: 67%
População de Budapeste (2.300), Debrecen (200), Miskolc (180), Szeged (165), Pcs (160)
Língua oficial: Húngaro  
Outras línguas faladas: Principalmente inglês, alemão.  
Língua de negócios: Na Hungria, comum utilizar-se o inglês em actividades comerciais, especialmente nas empresas multinacionais. Contudo, as empresas de pequeno porte ou as empresas estatais húngaras podem ter quadros superiores que no falam inglês. Nesse caso, podem ser utilizados serviços de interpretação para reuniões, embora seja prudente chegar previamente a um acordo a este respeito. O alemão a segunda língua estrangeira mais falada.  
Origens étnicas:: Húngaros - 92,3%; Romanos - 1,9%; Outros: 5,8%  
Crenças: Católicos Romanos 51,9%, Calvinistas 15,9%, Luteranos 3%, Católicos Gregos 2,6%, Outros Cristãos 1%.  
Indicativos telefónicos:
Para fazer um telefonema de: 00
Para fazer um telefonema para: +36
Sufixo da Internet:: .hu
Tipo de governo::
Democracia parlamentar
Tipo de economia::
  Economia de médio-alto rendimento, membro da OCDE, ex-pás de transição, Mercado Financeiro Emergente    Um ponto de convergência europeu; país anfitrião de sedes de empresas, de serviços de logística ou de departamentos de investigação e desenvolvimento de inúmeras empresas.  

Panorama Económico

  Em 2007, a economia húngara abrandou devido ao programa de austeridade do Primeiro Ministro Ferenc Gyurcsany. O país foi afectado pela crise financeira, um facto que foi agravado pela sua forte dependência dos mercados da União Europeia. Em 2008, a Hungria foi fortemente atingida pela crise financeira e o país foi salvo da bancarrota pelo Fundo Monetário Internacional, o qual concedeu ao país um plano de ajuda e reactivação, no valor de 20 mil milhões de euros, evitando desta forma uma crise social sem precedentes e uma queda vertiginosa do valor da moeda nacional, o forint.  

Principais Indústrias

  O sector agrícola, o qual foi predominante na economia do país durante muitos anos, representa actualmente apenas pouco menos de 5% do PIB e emprega 5% da população activa. As principais culturas são os cereais, frutas, legumes e vinho.
  O sector industrial contribui com um terão do PIB do país e muito receptivo aos investidores estrangeiros. Os sectores automóvel e electrónico são os dois principais sectores j que representam 30% das exportações do país e geram 15% do PIB.
  O sector dos serviços contribui com cerca de dois terços para o PIB.  

 

A crise financeira global teve efeitos prejudiciais nas indústrias húngaras que trabalham com o mercado externo, assim como no mercado nacional onde a procura sofreu uma queda.

Panorama Geral do Comércio Externo

  O forte crescimento das exportações tem sido mantido por uma alteração do mercado de destino, dos mercados europeu e norte-americano para mercados emergentes em rápido crescimento. Contudo, a Hungria registou um desempenho inferior, sobretudo no valor das exportações, uma vez que estas continuaram a cair em 2005. Esta tendência agravou-se com a crise que afectou os parceiros da Hungria, o que contribuiu ainda mais para o défice comercial do país. A União Europeia , de longe, o maior parceiro económico da Hungria. As principais exportações da Hungria são maquinaria e equipamento (61,1%). Na sequência da crise, o ano de 2009 registou uma queda nas exportações, sobretudo para a Alemanha.  

IDE

  A Hungria beneficiou de uma mudança de direcção do IDE, o qual passou dos sectores dos têxteis de baixo valor e da indústria alimentar para a produção de veículos de luxo, alta tecnologia e estabelecimento de sistemas de energia renovável. Foram também investidos montantes significativos de capital no turismo de 5 estrelas, nos grandes casinos em Bezenye e no sector das tecnologias da informação.  

O país foi altamente afectado pela crise financeira de 2008 e os investimentos directos estrangeiros têm vindo a baixar na Hungria desde esse ano, em particular devido ao aumento dos custos laborais e valorização do forint. O apoio do Fundo Monetário Internacional e outras organizações internacionais, como a União Europeia, deveria capacitar o país a manter uma determinada estabilidade financeira, o que restabeleceria a atraco do país nos próximos anos e o regresso da confiança dos investidores.

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