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Mexico - Panorama

Contents extracted from the comprehensive atlas of international trade by Export Entreprises

Introdução

Capital:: Cidade do Mxico, Distrito Federal (DF)
Área:: 1.964 km2
População total:: 112.469
Taxa de crescimento anual:: 1.01%
Densidade:: 54.16/km2
População urbana:: 77%
População de Cidade do México (22.900), Guadalajara (4.550), Monterrey (4.075), Puebla (1.930), Toluca (1.740)
Língua oficial: Espanhol
Outras línguas faladas: Muitos dos Mexicanos falam inglês. Nas zonas rurais, fala-se os dialectos nativos.
Língua de negócios: Espanhol e Inglês
Origens étnicas:: 60% de várias origens étnicas (Ameríndios - Espanhóis), 30% de Ameríndios, 9% de Caucasianos e 1% de outros.
Crenças: Católicos: 89,9%, Protestantes: 5,2%, Judeus: 0,05%, Outros: 2,1%, Sem religião: 2,5%
Indicativos telefónicos:
Para fazer um telefonema de: 00
Para fazer um telefonema para: +52
Sufixo da Internet:: .mx
Tipo de governo::
O nome oficial do México Estados Unidos Mexicanos. uma república federal baseada na democracia presidencial.
Tipo de economia::
Uma economia orientada para as exportações num mercado emergente.
 Membro da OCDE (Organização para a Cooperação Económica e Desenvolvimento).
 Maior rendimento per capita na América Latina.
O país mais aberto da América Latina, muito dependente da situação económica americana.

Panorama Económico

A economia mexicana apresentou uma taxa de crescimento reduzida em 2008, chegando mesmo a apresentar uma taxa negativa em 2009. O crescimento do PIB dever voltar a ficar positivo em 2010. O aumento dos preços internacionais do petróleo dever contribuir para o relançamento da economia. O desemprego aumentou nos últimos dois anos, enquanto a inflação se manteve relativamente sob controlo.  

 

No obstante, as perspectivas económicas gerais são preocupantes. As medidas anti-crise desenvolvidas pelo governo de Caldern no são perceptíveis população. Além disso, o aumento dos problemas de segurança do país desincentiva os investimentos e o turismo. Num futuro próximo, esperam-se mais desvalorizações da moeda, devido tanto redução das receitas comerciais estrangeiras como constante fuga de capital.

Principais Indústrias

A agricultura representa cerca de 4% do PIB e emprega 16% da população activa; no entanto, a escassez de crédito continua a penalizar o sector. O México figura entre os maiores produtores mundiais de café, açúcar, milho e laranjas. O México está entre os principais produtores do mundo de muitos minerais, incluindo a prata, fluorite, zinco e mercúrio, e as suas reservas de petróleo e gás são um dos bens mais preciosos. O México o 5 maior produtor de petróleo do mundo. A pecuária e a pesca são também actividades económicas importantes.  

As zonas de comércio livre dedicadas s exportações para os Estados Unidos, as "Maquiladoras", que até data dinamizavam a economia mexicana, estão a atravessar uma crise provocada pela concorrência dos países asiáticos e da recesso da economia norte-americana. Consequentemente, a indústria de transformação desacelerou acentuadamente nestes últimos anos e contribui actualmente com cerca de um quarto do PIB do país.

O sector terciário contribui com cerca de 60% do PIB e o sector da construo está novamente a recuperar devido aos investimentos imobiliários.

Panorama Geral do Comércio Externo

O México um dos países que mais depende do comércio externo. O comércio externo representa cerca de 70% do PIB. O México membro da NAFTA - o acordo de livre comércio que une os Estados Unidos, México e Canadá, desde 1994. O país assinou um acordo de livre comércio com a União Europeia em 2000 e em Abril de 2005 entrou em vigor um acordo comercial com o Japão.

Os Estados Unidos compram 80% das exportações do México. Os seus principais parceiros de exportação são a NAFTA e a União Europeia. Os principais produtos exportados são equipamentos eléctricos e electrónicos, veículos, combustíveis minerais, petróleo e maquinaria. Os seus três principais parceiros de importação são a NAFTA, China e Japão. Importa principalmente equipamentos eléctricos e electrónicos, maquinaria, veículos e plástico.

A balança comercial do México deficitária desde 2008, principalmente por causa da diminuição das compras de produtos mexicanos pelos Estados Unidos. Este outro dos problemas estruturais crónicos da economia mexicana, uma vez que o país importa mais do que exporta e a tendência aumentou com a crise mundial, especialmente no sector do petróleo. A desvalorização do peso mexicano em Outubro de 2008, o qual teoricamente tornou as exportações mexicanas mais apelativas, no estabilizou o crescente défice da balança comercial.

IDE

O México um dos países emergentes mais aberto ao investimento directo estrangeiro. No entanto, ao longo dos últimos anos, a sua competitividade tem vindo a abrandar devido ao aumento do crime organizado e falta de reformas nos sectores da energia, profissional e financeiro.  

As áreas onde os investimentos estrangeiros estão mais concentrados são as cidades da fronteira com os Estados Unidos (onde estão localizadas as fábricas de montagem), bem como a capital. A península do Iucato continua a receber investimentos estrangeiros, graças sua atractividade turística. Estes investimentos vêm principalmente dos Estados Unidos e Espanha (principalmente do sector bancário). Os sectores que receberam um número significativo de investimentos estrangeiros são os sectores financeiro, automóvel e de serviços electrónicos.

O país foi fortemente afectado pela crise internacional de 2008, que reduziu consideravelmente o fluxo de IDE (perto de menos 50% em relação ao ano anterior). O investimento estrangeiro, que continuou a diminuir em 2009, no tem perspectivas de aumentar novamente antes de 2010. O México um dos países do Sul mais afectados pela crise por causa do seu alto nível de dependência da economia americana.

O IDE uma das mais importantes fontes de rendimento do México, logo atrás da venda de petróleo e das transferências de dinheiro de Mexicanos que vivem nos Estados Unidos. Os economistas concordam que a redução do IDE ter um impacto negativo sobre o dinamismo geral da economia mexicana. Haver menos dinheiro em circulação e, inevitavelmente, restrições orçamentais do governo a todos os níveis. Enquanto a economia mundial no mostrar sinais de estabilização, no haver melhorias nesta área.

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