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Belgium - Panorama

Contents extracted from the comprehensive atlas of international trade by Export Entreprises

Introdução

Capital:: Bruxelas
Área:: 31 km2
População total:: 10.423
Taxa de crescimento anual:: 0.73%
Densidade:: 351.50/km2
População urbana:: 97%
População de Bruxelas (1.850), Antuérpia (955), Liège (641), Gent (423), Charleroi (405)  
Língua oficial: Holandês, francês e alemão. Na Bélgica, 5,6 milhões de pessoas falam holandês, 3,5 milhões falam francês e cerca de 50.000 pessoas falam alemão.  
Outras línguas faladas: Línguas indígenas, reconhecidas desde 1990, tal como o walloon, e as línguas imigrantes, tais como o árabe, espanhol e turco.  
Língua de negócios: Francês, alemão ou inglês (línguas empresariais comuns ao povo flamengo).  
Origens étnicas:: Cerca de 10% são estrangeiros na Bélgica: 68% da UE, 10% de Marrocos, 5% da Turquia e 17% de outros países.
  58% da população flamenga, 31% walloon; 11% de Bruxelas.  
Crenças: Católicos: 95,9%; Outros 4,1%  
Indicativos telefónicos:
Para fazer um telefonema de: 00
Para fazer um telefonema para: +32
Sufixo da Internet:: .be
Tipo de governo::
  A Bélgica uma democracia parlamentar federal sob uma monarquia constitucional.  
Tipo de economia::
Economia de alto rendimento, membro da OCDE
  Uma economia dependente do comércio externo.  

Panorama Económico

  Após quatro anos de um forte crescimento, a economia foi atingida directamente pela crise internacional durante o segundo trimestre de 2008. No final de 2008, a actividade económica sofreu uma reducao sem precedentes devido ao impacto da crise financeira e ao declínio do comércio global. De facto, a crise trouxe a falência das instituições financeiras e, em particular, do grupo For-tis, que teve de ser nacionalizado. A economia beneficiou da recuperação das actividades ao nível da União Europeia, das condicoes de apoio monetário e dos efeitos benéficos de um imposto multi-anual e das reformas no mercado laboral que o governo implementou. Prevê-se que a situação do emprego se deteriore e que o aproveitamento da mo-de-obra se mantenha relativamente baixo. Economicamente, a Bélgica no espera uma recuperação antes de 2012, na sequência do mais caótico ano de 2009. O investimento directo estrangeiro abranda devido ao apertar do crédito e perda de confiança dos consumidores e das empresas. No que respeita a inflação, segue uma tendência de queda. Entretanto, as tensões políticas no parecem resolver-se.  

Principais Indústrias

A agricultura contribui com uma pequena parcela para a economia belga.
  O sector industrial representa praticamente um quarto do PIB. Existem discrepâncias significativas entre as três regiões belgas neste domínio; Flandres, Valónia e a capital, Bruxelas. Se a Flandres teve êxito no desenvolvimento do segundo maior sector petroquímica do mundo, a Valónia está no meio de uma reestruturação na sequência do encerramento das minas de carvão e de grande número das indústrias de ao.
  Actualmente, a economia belga está mais virada para os serviços. De facto, o sector terciário representa mais de três quartos da riqueza nacional. Bruxelas, que a sede de grandes organizações europeias, diversas misses diplomáticas e diferentes grupos de interesse, criou uma economia que baseada essencialmente em serviços.  

Panorama Geral do Comércio Externo

  O défice comercial da Bélgica está gradualmente a piorar. O comércio internacional belga ocorre principalmente na União Europeia (cerca de 80% das exportações e importações). Mais de metade do PNB da Bélgica tem origem nas vendas estrangeiras, o que uma das mais elevadas percentagens nas nações industrializadas. Para além de ser um campeão das exportações, a Bélgica desempenha também um papel importante como centro de trânsito de distribuição para os países membros da União Europeia.  

IDE

  No seu Relatório de Investimento Mundial anual, a UNCTAD (Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento) coloca a Bélgica frente das economias emergentes como a China, a índia e a Rússia, bem como das potências consolidadas como o Canadá e Hong Kong.

  No que respeita ao fluxo de saída de investimento, a Bélgica está entre os 15 primeiros países do mundo. Nos últimos anos, a Bélgica atraiu cada vez mais IDE todos os anos.  No entanto, devido sua forte dependência dos países da União Europeia e especialmente por causa dos efeitos da crise financeira de 2008-2009, esta tendência está a reverter-se.

  Os pontos fortes da Bélgica são a sua localização geográfica, na encruzilhada dos principais mercados europeus, uma mo-de-obra multilingue e qualificada e um forte poder de compra.  
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