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China - Panorama

Contents extracted from the comprehensive atlas of international trade by Export Entreprises

Introdução

Capital:: Pequim
Área:: 9.598 km2
População total:: 1.330.141
Taxa de crescimento anual:: 0.55%
Densidade:: 141.34/km2
População urbana:: 42%
População de Xangai (17.900), Canto (15.300), Pequim (13.200), Shenzhen (9.400), Wuhan (9.000), Tianjin (8.200)
Língua oficial: Na China, a língua nacional é o mandarim. No entanto, existem muitos dialectos e variantes diferentes do mesmo.
Outras línguas faladas: Existem mais de cem dialectos. É possível diferenciar o mandarim do Norte e o cantons do Sul do país. A língua oficial coexiste com as outras línguas das regieõs autónomas (mongol, uigur, coreano, tibetano, etc.).
Língua de negócios: Quando os estrangeiros não falam chinês, os diálogos empresariais são geralmente conduzidos em inglês. No entanto, os chineses não falam inglês com o mesmo nível de conhecimentos com que o lêm ou escrevem.
Origens étnicas:: Chineses: 91,9%; tibetanos, manchus, mongóis, coreanos, indivíduos das etnias zhuang, uigur, hui, yi, miao e buyi, bem como outras nacionalidades: 8.1%.
Crenças: A maior parte dos chineses não professa qualquer religião. No entanto, o budismo, o taoismo e o confucionismo são relativamente comuns entre os cidadãos mais velhos e atraem actualmente parte da classe alta. Além disso, existem também minorias cristãs e muçulmanas.
Indicativos telefónicos:
Para fazer um telefonema de: 00
Para fazer um telefonema para: +86
Sufixo da Internet:: .cn
Tipo de governo::
A República Popular da China e'um estado comunista. Deng Xiaoping sugeriu a expressão "socialismo de mercado" para qualificar a evoluçãoo da RPC. A China corresponde a um estado unitário centralizado completamente gerido pelo Partido Comunista Chinês através de uma grande administração nacional, autoritária na respectiva estrutura, bem como na sua ideologia.
Tipo de economia::
País de rendimento intermédio (escalão inferior); mercado financeiro emergente.
Maior população do mundo; maior taxa de crescimento do PIB a nível mundial durante os ltimos 10 anos.

Panorama económico

Em 2009, a China passou por uma crise económica sem igual desde as grandes reformas levadas a cabo por Deng Xiaoping, há trinta anos. O investimento directo estrangeiro na China evidenciou uma queda de 22,5% durante o período de um ano. Relativamente Às exportações chinesas, estas caram 22,6% numa escala proporcional ao longo do ano.
Após uma taxa de crescimento de 2 dígitos entre 2000 e 2007 (13% em 2007), a taxa de crescimento do PIB caiu para 9% em 2008 devido à crise financeira global, sentida especialmente durante os últimos meses do ano.  Apesar da diminuição do crescimento, a economia chinesa foi suportada pela dimensão do respectivo mercado interno e pela sua capacidade de poupança (os seus bancos são saudáveis e não oferecem produtos tóxicos). A China foi afectada pela crise económica global a três níveis:
- a queda da procura global causou a diminuição súbita das exportações chinesas (-21%), uma quebra sentida particularmente pelas empresas exclusivamente exportadoras e sobretudo nas áreas dos téxteis, dos brinquedos e dos pequenos electrodomésticos;
- a inversão do mercado imobiliário foi responsável por um duro golpe na economia nacional (-20% em 2008); e, finalmente,
- os investimentos financeiros do Governo nos Estados Unidos (obrigações do Tesouro e fundos americanos de pensões) deixaram o país aberto à crise financeira internacional.

Para manter o crescimento da China e assegurar a estabilidade social, o Governo implementou no final de 2008 um plano de estímulos abrangente de 460 mil milhões de euros, representando 12% do PIB chinês, durante um período de dois anos, concentrado no desenvolvimento da procura interna para tentar equilibrar as importações em declínio. As prioridades para o Governo de Pequim incluem as infra-estruturas, a modernização da indústria, a abertura Às novas tecnologias, a saúde, a educação e o apoio ao desenvolvimento das zonas rurais.

Principais indústrias

A China é o pas mais populoso do mundo e um dos maiores produtores e consumidores de produtos agrícolas. Em 2008, a China foi o principal produtor global de cereais (15%), milho (20%), arroz (30%) e algodão (25%). Além disso, a China também deteve 53% da criação de porcos a nível mundial, contribuindo a agricultura para 12,5% do PIB. Aproximadamente metade da mão-de-obra chinesa está empregada na agricultura, embora apenas 15% do solo chinês (cerca de 1,2 milhões de km) seja arável. 

A China possui reservas de carvão significativas (a principal fonte de energia do país), as quais representam dois terços do consumo de energia total. O país é o líder mundial em relação à extração e processamento de determinados minérios (fosfato e titánio) e produção de energia hidroeléctrica. Além disso, o sexto maior produtor de petróleo do mundo, com uma produçãoo de 3,8 milhões de barris.

Os sectores da indústria e da construção contribuem para aproximadamente metade do PIB da China. A China tornou-se um dos destinos preferidos para a relocalização de unidades de fabrico globais devido à mão-de-obra barata, apesar de os custos com os salários terem aumentado desde 2008. O sector governamental continua a contribuir para aproximadamente 40% do PIB. Mais de metade das exportações chinesas são efectuadas por empresas de capital estrangeiro. A sua percentagem na mais-valia do sector varia de acordo com a actividade: mais de 60% no caso da electrónica e menos de 20% em relação à maioria dos bens de produção. Nos sectores com quantidades consideráveis de empresas de capital estrangeiro (superiores a 40%), as exportações representam mais de 90% da respectiva produção. O surgimento da China como uma potência económica coincidiu sobretudo com o desenvolvimento de um sector industrial competitivo virado para as exportações.

O sector dos serviços não progrediu, entravado por monopólios públicos e regulamentos restritivos. A  percentagem do sector terciário permaneceu em cerca de um terço do PIB nos últimos 15 anos.

Panorama geral do comércio externo

Após ter alcançado um excedente comercial recorde em 2006, a China tornou-se o principal exportador do mundo. As exportações chinesas estão constantemente a aumentar, apesar de uma diminuição verificada em 2009, devido à crise financeira internacional (-20%). A maioria das suas exportações consiste em bens manufacturados. Os principais parceiros comerciais da China são o Sudeste Asiático, os Estados Unidos e a União Europeia.

IDE (Investimento Directo Estrangeiro)

A absorção da entrada de IDE faz parte da abertura da China ao exterior. De acordo com um relatório recente da Ernst & Young, a China tornou-se o país mais atractivo para o IDE. A China é um mercado inexplorado com potencial para um crescimento considerável devido a vários motivos:
- Possui o maior mercado interno do mundo, com 1,3 mil milhões de potenciais clientes;
- É um mercado em crescimento rápido (crescimento mínimo de 8% por ano); e
- Os custos com a mão-de-obra são baixos, embora esta situação esteja a mudar em determinadas áreas;
- Com o desenvolvimento das províncias ocidentais, a China oferece novas oportunidades, particularmente na província de Sichuan.
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